Uma vez compreendidos Os Sinais Sacramentais, passamos a compreender os sinais transcendentes da Procissão de entrada. Todos caminham para o local de adoração. "Saímos de nossos lares e famílias, grupos de amigos e locais de trabalho e trazemos conosco tudo o que experienciamos desde o último encontro, desde a última Missa (...) Carregamos tudo isso numa "procissão" de entrada até o local de encontro - que compõe uma espécie de prelúdio para o Rito em si."
Diferente de uma manifestação, estamos caminhando para este local de adoração atendendo a um chamado, que nos fez estarmos em comunidade e reunidos. "A palavra latina para designar "Igreja" (Ecclesia) é de fato uma transliteração da palavra grega que se refere àqueles que são devidamente convocados para uma assembleia".
Essa procissão é bem descrita e significada em um poema de J. Schlichtin, em resumo: "Movimento de lugar para outro lugar, mensurado, majestoso, uns poucos representantes trilhando uma distância representativa: jornada destilada. De novo e mais uma vez, de semana para semana, há algo que começa e algo que se conclui - Uma reunião num movimento da Igreja a caminho, o povo peregrino, o povo sagrado conquistado pelo Filho, chamado por sua Palavra, reunido em torno à sua mesa."
Embora nossa marcha, nossa procissão até a Igreja não faça parte do rito em si, os ministros marcham em nosso lugar. E essa procissão é um convite para que todos marchemos juntos em espírito, para adentrar neste local sagrado "espiritualmente descalços" (Cf. Ex 3, 2-12)

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